ES/EN | Documento: Respuestas y horizonte de construcción conjunta de la Jornada Continental ante la crisis global desatada por el neoliberalismo

Las organizaciones y movimientos integrantes de la Jornada Continental por la democracia y contra el neoliberalismo entendemos la actual crisis global de la salud como consecuencia del modelo económico neoliberal, lo que a su vez evidencia el fracaso de las políticas de privatización, la reducción del Estado, la precarización del trabajo y
mayor explotación del trabajo femenino, el aumento de la deuda, la mercantilización y financierización de la naturaleza, el racismo, la violencia contra las mujeres, la criminalización contra las/os defensoras/es, y todas las atrocidades que implica el sistema capitalista. Sinsentidos que se pretenden profundizar en la crisis contemporánea, y que recaen una vez más en la clase trabajadora y en todos/as aquellos/as sujetos/as políticos/as populares en lucha contra el modelo de dominación múltiple.

Haz clíc para leer el documento en español aquí.

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The organizations and movements that are part of the Jornada Continental for Democracy and against Neoliberalism understand that the current global health crisis is a consequence of the neoliberal economic model, which is making evident the failure of privatization policies; the reduction of the State; the precarization of work and the greater exploitation of female labor; the debts increase; the commodification and monetization of nature; racism; violence against women; the criminalization of defenders; and all the atrocities that the capitalist system implies. Nonsensical facts, which are intended to deepen with the contemporary crisis, have become again the burden of the working class and of all those popular political actors struggling against the model of multiple dominations.

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Diálogos populares: debate virtual da Jornada Continental

Publicación original de Radio Mundo Real

A Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo vai realizar no dia 22 de setembro o debate ao vivo «Diálogos populares: unidade, democracia e vida para nossos povos». O debate será transmitido  em sua página do Facebook  em espanhol, inglês e português, às 19h no Cone Sul, 16h na América Central.

«Será um momento para apresentar o acúmulo que construímos, nossa visão do que está acontecendo em nossa região, que vai além do agravamento causado pela pandemia de Covid-19″. É uma visão mais sistêmica da crise que estamos vivendo», disse a feminista Tica Moreno, da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil, à Rádio Mundo Real.

A Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo é um processo de trabalho, luta e mobilização formado por numerosos movimentos e organizações sociais das Américas, nascida no final de 2015. Na seção «Quem somos» de sua página web lemos: «Somos povos organizados de diferentes expressões sociais: sindicatos, movimentos de mulheres, camponeses, ambientalistas, articulações e organizações regionais, como parte das iniciativas organizadas que desde décadas temos nos articulado em espaços de resistência, luta e construção de alternativas para e dos povos das Américas».

O debate público da próxima terça-feira será uma espécie de conversa na qual participarão vários representantes de organizações populares que fazem parte da Jornada Continental. Além disso, durante a atividade, a Jornada lançará publicamente seu documento «Respostas e horizontes de construção conjunta diante da crise global desencadeada pelo neoliberalismo». Também será apresentada a agenda comum de atividades e mobilizações para outubro e novembro.

Em entrevista à Rádio Mundo Real, Tica Moreno disse que o debate servirá para apresentar «uma perspectiva de luta e resistência», além da análise profunda em termos sistêmicos da crise do neoliberalismo nas Américas. As muitas organizações e movimentos sociais da Jornada Continental estão planejando várias ações para outubro, de caráter anti-imperialista, contra a dívida e as instituições financeiras internacionais, assim como as atividades do encerramento da Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, entre outras. A Jornada Continental, como um processo que reúne estas articulações, se soma a estas agendas.

No debate, conta Tica, também serão para analisados alguns momentos políticos importantes na região durante este período. As eleições presidenciais nos Estados Unidos (3 de novembro) e na Bolívia (18 de outubro), e o referendo no Chile (25 de outubro) para decidir se a Constituição em vigor desde 1980, na ditadura de Pinochet, deve ser emendada e, em caso afirmativo, quem irá redigir a nova Constituição.

A Jornada Continental realiza atividades e mobilizações todos os anos, em novembro. Em alguns anos isso foi feito de forma centralizada, em um país pra onde todas as organizações e movimentos sociais que fazem parte do processo convergiram. Em outros, se optou por ações descentralizadas, nos vários países das Américas onde estas articulações se organizam. Será o caso este ano, na semana de mobilização que acontece de 16 a 19 de novembro.

A este respeito, Tica comenta: «É o momento de fortalecer e expandir nossa construção de unidade e força na luta, com nossa diversidade política, com respostas internacionalistas articuladas no continente». «Na medida do possível, tentaremos recuperar a expressão de nossa luta nas ruas, de nossa mobilização, mantendo a distância nos lugares onde a pandemia o exige, mas também afirmando que este é nosso lugar para fazer política», acrescentou Tica.

Lançamento do documento «Respostas e horizontes da construção conjunta diante da crise global desencadeada pelo neoliberalismo»

Quando perguntada sobre o trabalho a ser lançado pela Jornada Continental na próxima terça-feira, Tica destaca que o texto inclui «nossa visão sistêmica de que a pandemia desnudou a estrutura deste sistema e aprofundou a crise que o neoliberalismo vem promovendo em nosso continente».

Nesse sentido, o trabalho apresenta elementos que caracterizam a situação nas Américas. «Por exemplo, o fato de que, apesar da situação pandêmica, a criminalização e a violência contra as lutadoras e lutadores sociais terem se intensificado muito em países como a Colômbia e Honduras.» Tica listou outros aspectos estruturais do continente americano: o endividamento que está recuperando força com a pandemia, as ações das empresas transnacionais, que se beneficiam da crise sanitária, e a violência racista, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos.

O novo documento da Jornada Continental também mostra «que há disputas, que há maneiras diferentes de lidar com a crise e com a pandemia», disse Tica. E nesse sentido apresenta «nossas respostas articuladas, o que construímos nos territórios a partir de cada movimento e organização, em termos de solidariedade, autodeterminação e organização popular, para enfrentar a crise, o autoritarismo e os ataques à democracia. que são ataques às condições de vida», disse ele. «Para nós, como povos em movimento no continente, nossas respostas são fundamentais, porque delas retiramos a energia, a esperança de que ainda é possível ter um horizonte de transformação para outra sociedade», explicou o ativista.

A representante da Marcha Mundial das Mulheres do Brasil acrescentou que o novo documento da Jornada Continental também apresenta a agenda de lutas, «um aspecto muito importante de nossa construção». «Quando falamos de horizontes de transformação, que existem alternativas ao neoliberalismo, que existem possibilidades de construir uma superação do capitalismo, uma sociedade onde a vida esteja efetivamente no centro, com igualdade, justiça e solidariedade, isto não é apenas um discurso. É algo que se conecta com a construção de sujeitos políticos coletivos e à organização popular. Portanto, o documento também apela a uma luta comum, ao que já estamos construindo e ao que temos que construir.»

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22 de septiembre es día de diálogos populares por unidad, democracia y vida para nuestros pueblos!

En el 22 de septiembre, a las 7pm de Cono Sur / 4pm de Centroamérica, compañeras y compañeros de la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo realizarán un debate en vivo por unidad, democracia y vida para nuestros pueblos!

El debate será transmitido en la página de Facebook de la Jornada Continental en español, inglés y portugués, y marcará el lanzamiento del documento «Respuestas y horizontes de construcción conjunta ante la crisis desatada por el neoliberalismo». El documento estará disponible en la web de la Jornada Continental en la misma fecha.

Además de los análisis desde las organizaciones y de las perspectivas de lucha, se presentará, en el debate, la agenda común de la Jornada para octubre y noviembre. ¡Seguimos en lucha!

Sigue la página de Facebook para recibir la notificación: www.fb.com/jornadacontinental


Más informaciones sobre el debate están en la entrevista «Más allá de la pandemia: debate virtual de la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo», publicada por Radio Mundo Real en español, inglés y portugués.

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Solidaridad con el pueblo boliviano en defensa de la democracia

La Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo expresa su total preocupación por los altos niveles represivos y las violaciones a los derechos de los pueblos y sus derechos humanos, políticos y sociales que lleva adelante el gobierno golpista actual de Bolivia. Nuestra defensa de la democracia como conquista de los pueblos nos ubica junto al pueblo movilizado y sus organizaciones, que ven en la postergación de las elecciones y vaivenes constantes de las autoridades de facto una falta de respeto y ausencia de reconocimiento de los derechos constitucionales, que atentan contra todo marco de convivencia pacífica.

La convocatoria al nuevo proceso electoral en Bolivia se da en un marco muy complejo, después del golpe de Estado contra el gobierno de Evo Morales -quien resultara victorioso en las elecciones de noviembre de 2019- y con una crisis sanitaria que tiene a la pandemia mundial como uno de sus causantes, pero a la que hay que sumarle la pésima gestión realizada. Es por esta razón que el argumento utilizado por Jeanine Añez y el Tribunal Supremo Electoral, que apela al cuidado de la salud, no es creíble por la propia población, que cansada de las muertes por covid-19, el hambre y el trato indigno de las autoridades, salió a las calles a movilizarse por sus derechos.

Desde el lunes 3 de agosto, diferentes expresiones populares del pueblo boliviano, entre las que se encuentran la Central Obrera Boliviana (COB) y pacto de Unidad, llamaron a un paro indefinido con el objetivo de exigir que se lleven a cabo las elecciones en el país y no se sigan postergando de forma sistemática e ilegal con resoluciones unilaterales. Luego de varios días de protestas y presión popular, el gobierno de facto tuvo que ceder en nuevos criterios de control y observación, y se logró avanzar hacia un nuevo acuerdo.

Denunciamos y repudiamos la activación de grupos de choque, como la Unión Juvenil Cruceñista y la Resistencia juvenil Kochala, quienes con discursos abiertamente racistas, llaman a la violencia y golpean a hermanos y hermanas en la vía pública. También son repudiables los discursos de odio que altos dirigentes y funcionarios emiten en medios públicos contra organizaciones bolivianas y sectores indígenas, campesinos y obreros.

La persecución al Movimiento Al Socialismo (MAS) y sus referentes es una exclusión antidemocrática total; alertamos de esta guerra mediática-judicial que busca aislar y destruir al instrumento político que representa a las mayorías y que puede dar una salida pacifica a esta crisis política, económica y social. Frente a estas actuaciones irregulares del gobierno de facto, invitamos a las organizaciones y movimientos de la región a pronunciarse en favor de los derechos políticos de los movimientos y del pueblo boliviano.
Responsabilizamos al régimen de Jeanine Añez, al Ministro Arturo Murillo y a los grupos de choque paramilitares por todos los hechos de violencia que atenten contra la vida de nuestros hermanos y hermanas que ejercen su legítimo derecho a la protesta, como ya ocurriera en el mes de diciembre en el golpe de Estado que dejó a 36 personas asesinadas. Exigimos el respeto de los derechos de los pueblos, sus derechos humanos y de la vida de quienes están detenidos/as. No toleramos mecanismos de presión como atentados y destrucción de sedes, como las ocurridas con edificios de la COB Y de las Bartolinas.

Como plataformas, organizaciones y movimientos sociales nos ponemos a disposición del pueblo boliviano y sus organizaciones y movimientos para observar y garantizar el correcto desarrollo del proceso electoral y los procesos de seguimiento que sean necesarios. Siempre en defensa de la paz y el cuidado de la vida. Por Memoria, verdad y justicia, nunca más masacres en Bolivia.

¡Democracia para Bolivia!

Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo
15 de agosto de 2020

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#ForaBolsonaro

No es posible que las vidas en #Brasil sigan dependiendo de la política de muerte de #Bolsonaro en este momento de #pandemia de COVID-19. Bolsonaro y sus aliados de la extrema-derecha priorizan las ganacias, no la vida. #ForaBolsonaro

La ausencia de políticas emergenciales para la salud, la subnotificación, la negación de la gravedad de la enfermedad (como si fuera una «gripecita») y de derechos para que las/los trabajadores no necesiten poner en riesgo a sus vidas son algunos marcos de su política antipueblo.

Por eso, contra el obscurantismo, es urgente el derecho del pueblo brasileño cambiar su horizonte. Hacia un horizonte de vida, no de muerte. Un horizonte sin Bolsonaro y sus aliados, con salud colectiva, vida digna, solidaridad y democracia popular. #ForaBolsonaro

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Denuncia y repudio al espionaje en Argentina

En el país suramericano se ha develado un nuevo escándalo de espionaje ilegal ocurrido durante de la gestión neoliberal del derechista Mauricio Macri (2015-2019), con el descubrimiento de informes confidenciales de cerca de 500 periodistas, académicos y dirigentes políticos y sociales. Estas personas fueron espiadas  por los servicios de inteligencia de Macri a pedido de la ministra de seguridad de ese entonces, Patricia Bullrich, en el marco de los eventos internacionales  realizados en ese país durante la cumbre de la Organización Mundial del Comercio –OMC-, y la reunión del G20, en 2018 y 2019, respectivamente.

Esta práctica no es aislada ni una excepcionalidad, expresa el modus operadi de los gobiernos de derecha, neoliberales, saqueadores y totalmente subordinados a los intereses imperialistas de EEUU que encontró en Macri su versión argentina, desbordando así sus fronteras y opresión.

Nuevamente denunciamos y repudiamos lo que hace años venimos señalando, que el neoliberalismo es incompatible con la democracia, que los derechos básicos que aparecen en todos los discursos de las derechas y ultraderechas que llegan al poder en nuestros países, en realidad no se garantizan y se utilizan retóricamente para encubrir la venta de la soberanía, el espionaje, la utilización de la justicia como herramienta de persecución y criminalización, la censura del periodismo crítico y de cualquier visión contraria a los intereses neoliberales.

El gobierno de la Alianza Cambiemos constituyó una forma de gobierno compuesta por servicios de inteligencia, grandes monopolios mediáticos y poder judicial.  Esto en complemento con ejércitos de robots e inteligencia artificial en redes sociales. Su objetivo cada vez es más evidente,  enriquecimiento de una elite subordinada al capital transnacional en desmedro de todo el pueblo argentino.

Desde la Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo entendemos que este caso de espionaje  denunciado por la actual interventora de la Agencia Federal de Inteligencia de Argentina, llega en buena hora pero solo pone al descubierto la punta del iceberg de estos mecanismos autoritarios, ilegales y peligrosos que se han convertido en tendencia en la región. Los casos recientes de interceptaciones ilegales en Colombia y en Brasil muestran que existe un verdadero entramado criminal coordinado por formas de operación importadas y establecidas.

La reunión del G-20 de 2019 fue un  evento muy promocionado por la gestión de Cambiemos como su certificado de «ingreso al mundo». Esta búsqueda de aceptación en el grupo de los “ganadores” llevó a perseguir y eliminar derechos de las/os ciudadanas/os argentinas/os y de cualquier país del mundo que se expresasen en contra del neoliberalismo. Tanto la reunión de OMC como la del del G-20 fueron recibidas por masivas movilizaciones y actividades de encuentro, debate y protesta.

Como organización continental estamos indignados por el accionar criminal del pasado gobierno de Argentina, muchas/os de nosotros/as, de nuestras organizaciones o procesos aliados somos víctimas  de esta violación de derechos.

Desde la Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo nos solidarizamos con las/os compañeras/os y las organizaciones nacionales e internacionales que han sufrido esta persecución,  que nos recuerda los peores y más oscuros momentos de los regímenes dictatoriales en la región. Igualmente denunciamos los mecanismos de seguridad y represión que vienen usando las instituciones financieras y comerciales internacionales para impedir las legítimas demandas sociales y populares en los países donde se reúnen.

Saludamos la investigación y la búsqueda de verdad y justicia que se está desarrollando, y seguiremos luchando contra los poderes del capital transnacional, contra los intereses de usura que se camuflan detrás de las deudas odiosas como forma de dominación, contra las empresas transnacionales que destruyen los bienes comunes, y contra las políticas neoliberales que traen hambre, desigualdad y violencia a nuestros pueblos.

@seguimos_lucha

Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo

www.seguimosenlucha.org

Junio 8 de 2020

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En solidaridad con los pueblos de Estados Unidos / In solidarity with the people of the United States

[Español/English]

La Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo manifiesta su solidaridad internacionalista con los pueblos de Estados Unidos que hoy resisten y se levantan ante el asesinato de George Floyd a manos de la policía de ese país norteamericano, y en contra del racismo y de todas  las atrocidades de la administración Trump.

Las fuerzas policiales americanas existen desde los días de los vigilantes en el Sur del país, alistados para capturar negros esclavizados que luchaban por escapar hacia su libertad. Se encargaban también esas fuerzas policiales de prevenir las rebeliones y los levantamientos, y, después, en la guerra civil, su tarea era privar a la gente negra del recién conquistado derecho a votar. Hoy asistimos a la continuación de ese mismo orden: supremacista blanco, que determina a su antojo la vida y la muerte de hombres, mujeres y gente transgénera negras.

La policía norteamericana fue creada para proteger los intereses y las propiedades de las elites y clases dominantes, tanto en ámbitos urbanos de poderosos, como en ámbitos rurales en el propio territorio de Estados Unidos o fuera de él a través de fuerzas policiales-militares funcionales a proteger los intereses geopolíticos a costa de millones de vidas de los pueblos. Para cuidar la vida se hace necesario desinvertir los recursos que se utilizan para financiar la violencia del Estado, las economías de guerra y la extracción invasiva y destructiva. Esto significa desarmar las 800 bases militares en 80 países del mundo, y retirar al medio millón de soldados que se han apostado en esos lugares violando la soberanía de los pueblos en los que despliegan sus escuadrones de muerte.

Es prioritario que se exija la cancelación de las subvenciones de la policía, y esos fondos se redirijan a la inversión en el bienestar y garantía de los derechos de las comunidades negras, desde formas de redistribución que integren los principios forjados en la lucha de las mujeres y la economía feminista, regenerativa, que reconozca las deudas acumuladas y haga efectivas reparaciones justas por los cientos de años de terrorismo policial.

Mientras frente a la crisis global de la salud, consecuencia de la pandemia neoliberal, los políticos niegan los recursos e inversiones públicas para enfrentar la catástrofe, más de 105.000 personas han muerto en EEUU por enferemedad, 40 millones han perdido sus empleos, y cientos de miles más no pueden pagar la renta o el cuidado de su salud. Sin embargo, esos mismos políticos al servicio neoliberal despliegan fuerzas policiales y militares por todo el país y en otros lugares del Planeta, con astronómicos montos de inversión, pagando por horas extras a los policías, despilfarrando en suministros de combustible y armamentos para reprimir a una multitud interracial que exige justicia por los asesinatos de inocentes y gente negra a manos de la misma policía.

Rechazamos la criminalización de la protesta desatada por el presidente de los Estados Unidos, el ultra derechista Donald Trump, quien con su liderazgo nefasto personifica la violencia estatal racista en el propio Estados Unidos y hacia afuera de sus fronteras, así como encarna la política de odio y militarista. La supremacía blanca que se impone a través de todo tipo de acciones violentas es un detonador de la violencia policial hacia las comunidades negras.

Queremos que esta expresión de solidaridad particular con las comunidades y organizaciones negras del país norteamericano, nuestras organizaciones aliadas en los EE.UU, y en general hacia el pueblo estadounidense que resiste con valentía y dignidad, se convierta a su vez en un llamado a los procesos, organizaciones y movimientos de todo el mundo para apoyar la justa lucha antirracista, anticolonialista y antripatriarcal, por el cambio del sistema que mata compañeras/os por su color de piel, su clase, género o identidad sexual, y, en última instancia, por no arrodillarse ante su modelo de dominación.

Llamamos a las organizaciones y movimientos sociales internacionales para expresar su solidaridad internacionalista con los pueblos que resisten en los Estados Unidos.

Seguimos en lucha!


The Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo expresses its internationalist solidarity with the people of United States who resist today and rise up following the murder of George Floyd at the hands of that North American country’s police, and against racism and all of Trump administration’s atrocities.

American police forces exist since the days of the vigilantes in the South of that country, prepared to capture enslaved black people who fought to escape to their freedom. Those police forces were also in charge of preventing rebellions and uprisings, and, later, in the Civil War, their job was to deprive black people of their recently acquired right to vote. Today we witness the continuation of this very white supremacist order, which determines the life and death of black men, women, and transgender people at their will.

North American police was created to protect the interests and properties of the elites and ruling classes, in urban environments of the powerful as well as in rural areas inside the United States territory or outside of it, through police-military forces that serve to protect geopolitical interests at the expense of millions of lives of the people. To care for life one must divert from the resources that are used to finance state violence, war economies, and invasive and destructive extraction. That means disarming the 800 military bases in 80 countries around the world, and retrieving the half million soldiers that are posted in those places, violating the people’s sovereignty everywhere their death squads are deployed.

Demanding the cancellation of police subsidies is a priority, and those funds must be redirected to investing in the well-being black communities and guaranteeing their rights, from redistribution forms that integrate the principles forged in the women’s struggles and in a feminist, regenerative economy that acknowledges accumulated debt and makes fair effective reparations for the hundreds of years of police terrorism.

While in the face of the global health crisis – a consequence of the neoliberal pandemic – politicians deny the resources and public investments needed to confront the catastrophe, more than 105,000 people have died in the US because of the disease, 40 million have lost their jobs, and hundreds of thousands more cannot pay rent or afford healthcare. However, those very politicians at the service of neoliberalism display police and military force all over the country and in other parts of the planet, with astronomical amounts of investment, paying police for overtime, wasting on gas supplies and weapons to repress an interracial crowd that demands justice for the murders of innocent and black people at the hands of the very same police.

We reject the criminalization of protest that the United States president, the ultra right-wing Donal Trump, unleashed, who with his nefarious leadership personifies the racist state violence in the United States and outside its borders, as he embodies the politics of hate and militarism. The white supremacy that is imposed through all kinds of violent actions is a detonator of police violence toward black communities.

We want for this particular expression of solidarity with black communities and organizations in the North American country, with our allied organizations in the US, and in general with the US people who resist with courage and dignity, to in turn become a call for the processes, organizations, and movements of the whole world to support the just anti-racist, anti-colonialist, and anti-patriarchal struggle, for a change to the system that kills comrades for their skin color, their class, gender, or sexual identity, and, lastly, for not bowing down to their domination model.

We call on all international social organizations and movements to express their internationalist solidarity with the people who resist in the United States.

@seguimos_lucha

Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo

ALBA Movimientos

Amigos de la Tierra América Latina y el Caribe – ATALC

Capítulo Cubano de Movimientos Sociales

Central Única dos Trabalhadores – CUT Brasil

Confederación Sindical de Trabajadoras/es de las Américas –CSA

Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo –CLOC Vía Campesina.

Grassroots Global Justice Alliance -GGJ

Jubileo Sur Américas –JSA.

Marcha Mundial de las Mujeres –MMM

Movimiento de Afectadas/os por Represas en América Latina –MAR.

PIT – CNT Uruguay

 

www.seguimosenlucha.org

June 4, 2020

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Colombia: asesinatos sistemáticos de líderes sociales se multiplican durante la pandemia

Llamamiento internacional para detener la violencia contra el pueblo. Denuncian ataques en erradicaciones forzadas de cultivos.

Originalmente publicado en Radio Mundo Real

En lo que va de 2020, al menos 103 líderes y liderezas sociales, defensores de territorios, y 24 ex-combatientes de las Farc en proceso de reincorporación que cumplen con los Acuerdos de Paz, han sido asesinados en Colombia, según Indepaz, “sin que el gobierno ni los organismos multilaterales hagan un seguimiento responsable a los asesinatos y masacres ejecutadas”, denunció la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo.

Los operativos militares de erradicación forzada de los cultivos de coca se han mantenido durante toda la cuarentena, desconociendo los acuerdos de sustitución voluntaria y las medidas de contención de la pandemia. La Asociación Campesina del Catatumbo (ASCAMCAT) denunció el reciente asesinato a manos del Ejército Nacional de Emérito Digno Buendía el 18 de mayo en la vereda Tutumito, zona rural de Cúcuta, Norte de Santander.

Emérito Buendía campesino asesinado 18 mayo 2020 Norte de Santander Colombia

Emérito Buendía

Este campesino de 44 años y padre de 6 hijos, afiliado a la ASCAMCAT y a la Coordinadora Municipal de Cultivadores de Coca, Amapola y Marihuana (COCCAM), murió durante un operativo de erradicación forzada. «El Ejército nunca hace una socialización con el campesino, sino lo primero que hace es dispararnos en varias oportunidades, donde un compañero [Emérito]… yo mirándolo cuando se desgonzó hacia el piso, cuando perdió su vida, como campesinos le dimos los primeros auxilios, pero fue imposible, murió en brazos de los campesinos. No somos criminales, somos campesinos que le exigimos al gobierno que den cumplimiento de lo pactado en el punto 4 del Acuerdo de La Habana», declaró a la prensa local Leidy Díaz Santamaría, vocera de ASCAMCAT y la COCCAM.

Emérito, Leidy y decenas de campesinos se encontraban en ese momento en el asentamiento que montaron desde fines de abril para exigir que se aplique el punto 4 del Acuerdo de Paz, que se permita la sustitución voluntaria de cultivos y se suspendan los operativos de erradicación en medio de la pandemia para evitar el contagio a los campesinos por las tropas del Ejército Nacional, en cumplimiento del decreto de emergencia sanitaria.

Además del Nororiente, otra zona afectada por la militarización y los ataques de bandas paramilitares al campesinado es el Suroccidente, registrándose decenas de crímenes en Valle del Cauca, Cauca, Nariño, Putumayo y Caquetá.

Para analizar este complejo panorama, estos asesinatos sistemáticos que no se han detenido en la pandemia por la COVID-19, nos comunicamos con militantes sociales, sindicalistas, campesinas y defensores de derechos humanos que nos traen la mirada desde el territorio.

“La cuarentena lo que ha hecho es que se incremente lo que ya ha estado ocurriendo. Ha sido más fácil para los sicarios llegar a las casas de los compañeros e inclusive matar a familias enteras y el gobierno no hace absolutamente nada para resolver el problema ni hay garantías para llevar adelante la sustitución de cultivos ilícitos”, dijo la dirigente de la Federación Nacional Sindical Unitaria Agropecuaria (Fensuagro), Nury Martínez, a Radio Mundo Real.

 

El gobierno sigue con sus planes de erradicaciones forzadas, bajo el paradigma de la “guerra contra las drogas”: una política antidrogas implementada desde inicios del nuevo milenio, que ya ha demostrado ser un completo fracaso -como concluyen distintos centros de investigación. Pero hoy es parte de los compromisos que Iván Duque tiene con su par estadounidense Donald Trump. Esta política antidrogas ha servido como excusa para que el gobierno de Estados Unidos mantenga la presencia militar en esta región.

Las erradicaciones forzadas son encabezadas el Ejército y se realizan “a costa de sacar el campesinado que vive en esas tierras, a costa de acabar con cultivos de pancoger que se tienen y a costa de no respetar los Acuerdos de Paz con los compañeros inscritos en programas de sustitución voluntaria y erradicación voluntaria y la programación que ya había sido consensuada con el gobierno”, dijo Martínez.

La referente en Colombia de la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC-La Via Campesina) coincidió con Javier Marín de Asociación Minga en señalar que estos ataques a las comunidades también son parte de la estrategia de despojo de los territorios para que éstos sean ocupados por transnacionales que quieren desarrollar proyectos extractivistas minero-energéticos, hidroeléctricos y de maquilas.

III Misión de Solidaridad de La Vía Campesina con Colombia en abril 2019.

 

“La complicidad del gobierno existe desde hace más de 30 años y mantiene miles de asesinatos en la impunidad”, afirmó Diógenes Orjuela García, presidente de la Central Unitaria de Trabajadores (CUT) de Colombia, que integra la Jornada Continental. Si bien puede haber muchos actores en estos asesinatos, que están ligados al crimen, a temas como el narcotráfico o a fuerzas insurgentes, “el gobierno no hace nada para evitar que esto se desarrolle en este contexto”, agregó el dirigente sindical.

Desde la Jornada Continental por la Democracia y contra el Neoliberalismo repudiaron los asesinatos sistemáticos y selectivos de los que son víctimas integrantes de organizaciones del campo y de la ciudad en Colombia.

En un Llamamiento internacional entregado el 7 de mayo a las autoridades colombianas, al que adhieren más de 250 organizaciones de la región latinoamericana y del resto del mundo, las plataformas sociales que conforman la Jornada Continental denunciaron estos crímenes y “las constantes amenazas y desplazamientos de los que han sido víctimas parte de la dirigencia y las organizaciones de base campesina, indígena, sindical, de movimientos urbanos, de derechos humanos, de comunidades negras y de mujeres”.

Marco Rivadeneira campesino Colombia ANA

Marco Rivadeneira, presidente de la Asociación Campesina de Puerto Asís, integraba la Junta Nacional del Coordinador Nacional Agrario (CNA) y articulaba con el Foro Social Panamazónico. Lideraba procesos de sustitución de cultivos en la vereda Nueva Granada en Puerto Asís, Putumayo. Fue asesinado el 19 de marzo luego de que tres pistoleros irrumpieran y lo sacaran a la fuerza de una reunión campesina. Foto: CNA.

 

La mayoría de estos asesinatos son contra quienes han liderado procesos de sustitución de cultivos ilícitos y han promovido la transformación de la economía de la coca por la economía campesina agroalimentaria. Los grupos armados que han logrado articular los carteles, actúan en contra de esos programas; mientras que los liderazgos en los territorios y las comunidades que promuevan erradicaciones voluntarias y sustitución de cultivos, son vistos por los grupos de narcotráfico como «enemigos».

Entre el 19 de marzo y el 23 de abril, cuando ya se cumplía el período de aislamiento por la pandemia, fueron asesinados 16 líderes y liderezas sociales, según información del programa Somos Defensores de Asociación Minga.

“Las comunidades conocen quiénes son estos grupos criminales, cómo actúan, cómo operan, pero también saben de la permisividad del Ejército con esos grupos. Durante este gobierno no ha habido en estos territorios (Cauca, Putumayo, Nariño) ninguna confrontación entre gobierno y grupos armados de los carteles de narcotráfico. Esto valida lo que dicen las comunidades: que es muy conocido el comportamiento del Ejército llevando una alianza con estos grupos, lo que se conoce como narcoparamilitarismo», afirmó Marín.

«A veces les dicen ‘disidencias de las Farc’ -continuó el miembro de Asociación Minga-, pero algunos sectores pensamos que es más correcto nombrarlos como un fenómeno paramilitar y se corresponde con la alianza de este gobierno con muchos carteles. De hecho, la mayoría de las personas que estuvieron en las Farc han asumido el acuerdo de Paz, con todas sus implicaciones, con todos los compromisos. Existen muchos proyectos cooperativos, de la economía solidaria, y otros liderazgos vinculados a la actividad política en el Congreso. Pero, quienes se mantuvieron en las armas o regresaron a las armas, que es lo que se llama ‘disidencias», a estas alturas esas personas han sido cooptadas por los carteles de narcotráfico y están trabajando en función de esos carteles. Aquí ha adquirido mucha influencia el cartel de Sinaloa, en el sur del país. Por lo tanto, seguir diciendo que son disidencias de las Farc es darle un carácter político que ya no tienen, porque están trabajando para el narcotráfico en alianza con la fuerza pública”.

Desde la Jornada Continental manifestaron que “es tiempo de la desmilitarización de los territorios, la protección y restablecimiento de las garantías para el ejercicio de los derechos humanos. En el marco de esta crisis y la vulnerabilidad de los pueblos, el Estado debe actuar con urgencia buscando soluciones para la población y estableciendo mecanismos de protección”.

Mientras tanto, las guardias comunitarias (campesinas, indígenas y cimarronas) se organizan en los territorios, no solo para garantizar la seguridad de la población, sino también la soberanía alimentaria con alimentos saludables cosechados de proyectos agroecológicos de la economía solidaria, a pesar de que el gobierno de Duque apueste al modelo que está en crisis, con grandes acuerdos comerciales internacionales e importando toneladas de alimentos a través de plataformas transnacionales.

“Estamos fortaleciendo la ‘autoprotección’, a través de guardias campesinas y cimarronas, para que haya mayor confianza entre las comunidades para evitar que llegue gente desconocida a los territorios», contó Nury. Si bien desde Fensuagro se han planteado en algún momento hacer un “éxodo campesino”, no es actualmente la opción que toman: “¿Qué hacemos si sacamos a la gente del territorio a la ciudad? -se pregunta Martínez-. Porque una vez que salimos del territorio es imposible volver a entrar. Nosotros vamos a defender al territorio desde el territorio, con las alianzas necesarias”.

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(ES/EN) Asesinatos diarios, la pandemia en Colombia | Llamamiento internacional para detener la violencia contra el pueblo colombiano

Daily killings, the Colombian pandemic: International Appeal to Stop Violence Against the Peoples in Colombia |See in english here.

Como organizaciones, plataformas, movimientos, y articulaciones nacionales, regionales e internacionales, rechazamos y denunciamos de forma enérgica los asesinatos sistemáticos y selectivos de los que son víctimas los/as compañeras/os de las organizaciones del campo y la ciudad en Colombia. Este 2020 ya se cuentan 95 líderes/zas y 24 ex-combatientes en proceso de reincorporación, sin que el gobierno colombiano ni los organismos multilaterales hagan seguimiento responsable a los asesinatos y masacres ejecutadas.

Desde el 6 de marzo, fecha de aparición del primer caso de COVID-19 en Colombia, han sido asesinados más de treinta líderes/zas sociales. Nos solidarizamos y exigimos justicia para  las/os compañeras/os de las diferentes organizaciones populares colombianas. A los asesinatos se suma la constante amenaza y atentados contra dirigentes sindicales y populares en todas las regiones del país suramericano. Además del confinamiento por ocasión del COVID-19,  las comunidades y sus líderes/zas se han visto expuestos/as a un recrudecimiento de la violencia en sus territorios por la presencia de distintos grupos armados, entre disidencias, paramilitares, narcotráfico y fuerza pública.

Rechazamos de la misma manera las constantes amenazas y desplazamientos de los que han sido víctimas parte de la dirigencia y las organizaciones de base campesina, indígena, sindical, de movimientos urbanos, de derechos humanos, de comunidades negras y de mujeres.

Como organizaciones y plataformas de movimientos sociales, políticos y de derechos humanos venimos denunciando la situación de vulneración intencional por parte del Estado colombiano, así como hemos exigido garantías para el ejercicio de defensa de los derechos humanos por parte de las/os líderes/zas de las organizaciones campesinas, indígenas, y comunidades negras en el hermano país andino.

Hemos sido testigos/as de la sistematicidad de la violencia ejercida en los territorios. Denunciamos que en Colombia se sufre una criminalización generalizada y con complicidad del gobierno, expresada históricamente por la connivencia de la fuerza pública con las estructuras paramilitares, las ejecuciones extrajudiciales, la criminalización de los liderazgos y la nula voluntad por parte del gobierno del derechista Iván Duque en el cumplimiento de los acuerdos firmados con la Insurgencia.

Las instituciones del Estado colombiano y sus gobernantes son absolutamente responsables por su falta de compromiso con la sociedad colombiana en cumplir su mandato de construir la paz y un país con justicia social.

En contraste, las comunidades, organizaciones, procesos y movimientos que cuidan la vida en los territorios y propenden por un proyecto político emancipatorio, en el marco de la crisis humanitaria provocada por la pandemia del coronavirus vienen trabajando de manera propositiva, tal como han venido haciendo de forma permanente en su histórica lucha de resistencia, organizando redes de apoyo de soberanía alimentaria e intercambio solidario para atender las necesidades de su población, basadas en sus prácticas y saberes tradicionales y ancestrales. Sin embargo, deben enfrentar el asedio y la muerte todos los días.

Por lo anterior, exigimos que cesen los atentados y amenazas a la vida de los pueblos. El gobierno y las instituciones competentes deben brindar las garantías para la vida digna; que se implementen de manera total los Acuerdos de Paz firmados en 2016 entre el Estado colombiano y la insurgencia de las FARC-EP, donde se contemplan mecanismos de acompañamiento y verificación, junto a organismos internacionales, y se diseñaron mecanismos de protección especial para las personas que han sido vulneradas en sus derechos y han sido víctimas de desplazamiento forzado; que se adelanten los necesarios procesos de paz con las demás insurgencias colombianas; y que se realice un desmonte real y efectivo de los grupos paramilitares y sus múltiples fracciones que se encuentran en operación permanente. Es tiempo de la desmilitarización de los territorios, la protección y restablecimiento de las garantías para el ejercicio de los derechos humanos. En el marco de esta crisis y la vulnerabilidad de los pueblos, el Estado debe actuar con urgencia buscando soluciones para la población y estableciendo mecanismos de protección.

Hacemos un Llamamiento Internacional a todos los movimientos y organizaciones sociales, de derechos humanos, populares, ambientalistas, de trabajadoras/es, de mujeres en toda Nuestra América, y fuera de ella, a pronunciarse sobre estos hechos y adelantar acciones de verificación e investigación sobre la grave situación de los pueblos. Y a través de la denuncia exigir al gobierno colombiano que asuma su responsabilidad y compromiso con la paz en Colombia.

Enviamos toda nuestra solidaridad internacionalista a los movimientos y organizaciones colombianas.

Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo

ALBA Movimientos

Amigos de la Tierra América Latina y el Caribe – ATALC

Central Única dos Trabalhadores – CUT Brasil

Confederación Sindical de Trabajadoras/es de las Américas – CSA

Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo – CLOC Vía Campesina

Grassroots Global Justice Alliance – GGJ

Jubileo Sur Américas – JSA

Marcha Mundial de las Mujeres – MMM

Movimiento de Afectadas/os por Represas en América Latina – MAR

PIT – CNT Uruguay

 

INTERNACIONALES

Confederación Sindical Internacional – CSI

FIAN International

Friends of the Earth Asia Pacific – FoE APac

Friends of the Earth Europe –FoEE

Internacional de Servicios Públicos -ISP

Movimiento de Victimas Afectados/as por el Cambio Climático y Corporaciones – MOVIAC

Movimiento Mundial por los Bosques – WRM

Observatorio de Derechos Humanos de los Pueblos

Oil Change International

Red Latinoamericana de Mujeres Defensoras de los Derechos sociales y ambientales

UNI Américas 

 

NACIONALES

Argentina

Amigos de la Tierra Argentina

Central de los Trabajadores de Argentina – CTA T

Comité Internacional Lula Libre Zona Norte Buenos Aires

Confederación General del Trabajo de la República Argentina

CTA Autónoma Argentina

Diálogo 2000 – Jubileo Sur Argentina

Frente Patria Grande

Frente Popular Darío Santillán

Movimiento Popular la Dignidad

Red de Intelectuales, Artistas y Movimientos Sociales en Defensa de la Humanidad –REDH – Capítulo Argentina

Resumen Latinoamericano

 

Brasil

Amigos da Terra Brasil

Central dos Trabalhadores do Brasil – CTB

Centro de Pesquisa e Assessoria

Instituto Políticas Alternativas para el Cono Sur

Mapadasmina

Movimento Camponês Popular – MCP

Movimento dos Conselhos Populares

União Geral dos Trabalhadores – UGT  Brasil

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST

 

Bolivia

Casa de la Mujer Bolivia

Central Bolivariana Socialista de Trabajadores – CBST

Colectivo de Coordinación de Acciones Socio Ambientales – Colectivo CASA

Plataforma Boliviana frente al Cambio Climático

Reacción Climática Bolivia

 

Canadá

Carrefour d’animation et de Participation à un Monde Ouvert – CAPMO

Confédération des Syndicats Nationaux – CSN

 

Chile

Central Unitaria de Trabajadores – CUT Chile

Federación de Trabajadores Contratistas Mantoverde Chile

Izquierda Libertaria

Movimiento por la Defensa del Agua, la Tierra y el Medio Ambiente (MODATIMA)

Observatorio Latinoamericano de Conflictos Ambientales – OLCA

 

Colombia

Asociación Agroecológica Esther Cayapu -, ASOESCA. La Sonora, Trujillo

Asociación Consejo Regional Pueblo Nasa Kwesx Kxsaw, (Putumayo) conformado por:
Cabildo Alto Sinaí, Villa Garzón.
Cabildo Alto Suspisacha, Piamonte.
Cabildo Cerro de Guadua, Puerto Guzmán.
Cabildo Çxhab Wala, Villagarzon.
Cabildo Juan Tama, Puerto Guzman.
Cabildo Kiwe Nxusxa, Las Delicias.
Cabildo Kiwe U’kwe, Puerto Caicedo.
Cabildo Kiwe U’se, Nueva Palestina, Valle del Guamuéz.
Cabildo Kiwe Zxiçxkwe, Tierra Linda, Valle del Guamuéz.
Cabildo Kjwen Tama Luuçxwe’sx, hijos de Juan Tama, Mocoa.
Cabildo Ksxa’w Nasa, Alto Danubio, Puerto Asís.
Cabildo Kwe’sx Kiwe. Puerto Asís.
Cabildo Kwe’sx Nasa çxayu’çe, Alto Coqueto, Puerto Caicedo.
Cabildo Kwe’sx Tata Wala, Puerto Caicedo.
Cabildo Nada Kiwe Puerto Leguizamo.
Cabildo Nada Tkuymatewe’sx, Orito.
Cabildo Nasa Fxi’w La Libertad, Puerto Asís.
Cabildo Pkid Kiwe, Los Guayabales.
Cabildo Sat’t Tama, Puerto Asís.
Cabildo Thä’ Tadx Kiwe, Loma Redonda, Villa Garzón.
Cabildo Yu’ Çxihme, El Libano, Puerto Caicedo.
Cabildo Yu’kh Zxiçxkwe, Selva Hermosa, Puerto Caicedo.
Cabildo Yu’luuçx, Las Minas, Puerto Asís.
Jerusalén, Villa Garzón.
Mühm Kiwe, Los Guaduales, Puerto Guzmán.
Resguardo Jerusalén San Luis Alto Picudito.
Resguardo Jxkase Kiwe, El Descanso, Puerto Guzmán.
Resguardo La Florida, Mocoa.
Resguardo Nasa Çxhab, Puerto Asís.
Resguardo Kiwnas Çxhab, Alto Lorenzo, Puerto Asís.
Resguardo Nasa Uh Los Gavilanes, Jardines de Sucumbíos, Ipiales
Resguardo Sek Kaanxi thä’ Kiwe Alpes Orientales, La Floresta, Alto Coqueto.
Resguardo Txitx U’kwe Kiwe, Porvenir La Barrialosa, Puerto Guzmán.
Resguardo Yu’ukwe Kiwe, Aguaditas, Puerto Guzmán.
San Luis Alto Picudito, Villa Garzón.
Santa Rosa de Juanambu, Villa Garzón.
Asociación de Familiares de Víctimas de Trujillo (Asfavit), (Valle del Cauca).
Asociación de Familias Agropecuarias con predios restituidos en Colombia, AFAREC, La Sonora, Trujillo, (Valle del Cauca).
Asociación de Mujeres Desplazadas de Ríosucio, CLAMORES, (Chocó).
Asociación de Mujeres Desplazadas del Meta, ASOMUDEM.
Asociación de Víctimas de Inzá, “Sembradores de Paz”, (Cauca).
Asociación de Víctimas Nueva Esperanza, Argelia, (Cauca).
Asokoinonia de Río Chiquito, Trujillo (Valle del Cauca).
Comunidad Civil de Vida y Paz – CIVIPAZ, El Castillo, (Meta).
Comunidades de Autodeterminación, Vida, Dignidad, CAVIDA, Territorio Colectivo de Cacarica, (Chocó).
Consejo Comunitario del Naya, (Valle del Cauca).
Consejo Comunitario de Cabeceras, Bajo San Juan, (Valle del Cauca).
Consejo Mayor de comunidades afrodescendientes del Territorio Colectivo de Jiguamiandó (Chocó).
Confederación de mujeres campesinas de Nariño, COMUCAN, (Nariño).
Espacio Humanitario Puente Nayero, Buenaventura, (Valle del Cauca).
Familias afectadas por Mineria, Galindez, Patía, (Cauca).
Organizaciones de poblaciones desplazadas étnicas campesinas de Montes de María.
Red defensa del Agua la vida y el Territorio, (Cauca).
Resguardo de Chimiadó, Murindó, (Antioquia)
Resguardo Emberá Humanitario Ambiental SO BIA DRUA, Jiguamiandó, (Chocó).
Resguardo Humanitario Santa Rosa de Guayacán, Calima, (Valle del Cauca).
Resguardo Humanitario y Biodiverso Unión Agua Clara (Valle del Cauca).
Resguardo Naexal Lajt del pueblo Jiw, Mapiripán, (Meta).
Resguardo Wounaan de Juin Phu Buur, Cacarica, (Chocó).
Resguardo Wounaan del Río Pichimá Quebrada, Litoral San Juan, (Chocó).
Territorio Interétnico y Ambiental San Pedro de Ingará, San José del Palmar, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Andalucía, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Caracolí, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Cariñito, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Colectiva El Hobo, Territorio Colectivo de Jiguamiandó, (Choco).
Zona de Biodiversidad El Árbol del Pan, Territorio Colectivo La Larga Tumaradó, Chocó.
Zona de Biodiversidad El Paraiso, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad El Paraiso, Familia Cabezas, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad El Retorno, Territorio Colectivo de Pedeguita y Mancilla, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Isaac Tuberquia, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Los Robles, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad La Esperanza, Familia Polo, Territorio Colectivo de Pedeguita y Mancilla, (Chocó).
Zona de Biodiversidad La Yulina, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Mary Hernández, Territorio Colectivo de Pedeguita y Mancilla, (Chocó).
Zona de Biodiversidad Mi Tierra, Territorio Colectivo de Pedeguita y Mancilla, (Chocó).
Zona de Biodiversidad No Hay Como Dios, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona de Reserva Campesina Perla Amazónica, (Putumayo).
Zona Humanitaria Andalucía, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Argénito Díaz, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Camelias es Tesoro, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Caño Manso, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Caracoli, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Centro Jigua, Territorio Colectivo de Jiguamiandó, (Chocó).
Zona Humanitaria Costa Azul, Territorio Colectivo de Curbaradó, (Chocó).
Zona Humanitaria Nueva Esperanza, Territorio Colectivo de Jiguamiandó, (Chocó).
Zona Humanitaria Nueva Esperanza en Dios, Territorio Colectivo de Cacarica, (Chocó).
Zona Humanitaria Nueva Vida, Territorio Colectivo de Cacarica, (Chocó).
Zona Humanitaria, Vida y Trabajo La Balsita, El Paraiso, Municipio de Dabeiba, (Antioquia).

CENSAT Agua Viva – Amigos de la Tierra Colombia

Central Unitaria de Trabajadores – CUT Colombia

Cinturón Occidental Ambiental – COA

Colectivo de Abogados «José Alvear Restrepo» -Cajar

Colectivo de Víctimas Durley Colombia Aguirre Torres

Comisión Intereclesial de Justicia y Paz

Comunidades SETAA – Sembradoras de Territorios, Aguas y Autonomías

Congreso de los Pueblos – CdP

Confederación de Trabajadores de Colombia – CTC

Consejo Comunitario Negros/as Ancestrales de Tabaco

Coordinador Nacional Agrario – CNA

Coordinadora Social y Política Marcha Patriótica

Cumbre Agraria Campesina, Étnica y Popular – CACEP

Espacio de Cooperación para la Paz

FIAN Colombia

Federación Nacional Sindical Agropecuaria – FENSUAGRO

Fundación Intercultural Barule

Colectiva Huertopía

Mesa Minera Segovia Remedios

Minga de Resistencia Bakata

Movimiento colombiano Rios Vivos

Movimiento Ecosocialista de Colombia

Red ConPaz Somos Génesis

Proceso de Comunidades Negras – PCN

Sintragropecuarios

 

Costa Rica

COECOCeiba / Amigos de la Tierra Costa Rica

 

Cuba

Capítulo Cubano ALBA Movimientos

Centro Memorial Dr. Martin Luther King, Jr.

 

Ecuador

Acción Ecológica

Centro de Documentación en Derechos Humanos «Segundo Montes Mozo SJ» – CSMM

Organización Bulla Zurda

Unión de Afectados por las Operaciones de Texaco – UDAPT

 

El Salvador

Central Autónoma de Trabajadores Salvadoreños – CATS

CESTA – Amigos de la Tierra El Salvador

Red de Ambientalistas Comunitarios de El Salvador

 

Estados Unidos

AFL-CIO – EE.UU

Biofuelwatch USA/UK

Friends of the Earth US

The People’s Forum – NYC / USA.

The Popular Education Project –PEP-, USA

Unión de Vecinos LA / USA

 

Guatemala

ACONAPAMG

Asociación CEIBA – Amigos de la Tierra Guatemala

Confederación de Unidad Sindical de Guatemala – CUSG

Unión Sindical de Trabajadores de Guatemala – UNSITRAGUA HISTÓRICA

 

Haití

Plataforma Haitiana por la Defensa de un Desarrollo Alternativo – PAPDA

 

Honduras

Asociación Madre Tierra – Amigos de la Tierra Honduras

Organización Fraternal Negra Hondureña – OFRANEH

Organización Política Los Necios

 

México

Sindicato Mexicano de Electricistas

Unión Nacional de Trabajadores – UNT México

 

Nicaragua

Asociación Educación para el desarrollo – INTIPACHAMAMA

 

Panamá

Colectivo Voces Ecológicas – COVEC

FRENADESO

Movimiento  Comunal Nacional Federico BRITTON MOCONA FB

Pensamiento y Acción Transformadora – PAT

Unión Campesina Panameña  – UCP

Unión Indígena Campesina – UIC

 

Paraguay.

Central Unitaria de Trabajadores Auténtica – CUT-AUTÉNTICA

 

Perú

Central Autónoma de Trabajadores del Perú – CATP

Centro de Mujeres Diversas AWANA

Confederación General de Trabajadores del Perú – CGTP

La Junta Perú

Marcha Mundial de las Mujeres Macronorte Perú

Movimiento comunitario alfa y omega

 

Puerto Rico

Comuna Caribe

 

República Dominicana

Confederación Nacional de Unidad Sindical – CNUS

Instituto de Desarrollo de la Economía Asociativa – IDEAC

 

Uruguay

Frente Amplio Uruguay

REDES – Amigos de la Tierra Uruguay

 

Venezuela

Central de Trabajadores ASI

Central Socialista Bolivariana de Trabajadores – CSBT

Corriente Revolucionaria Bolívar y Zamora

Movimiento de Pobladoras y Pobladores

La Araña Feminista

 

Australia

Friends of the Earth Australia

 

Bosnia Herzegovina

Centar za zivotnu sredinu / Friends of the Earth Bosnia and Herzegovina

 

Dinamarca

NOAH – Friends of the Earth Denmark

 

España

Amigas de la Tierra en España

Amigos da Terra / Gallicia España

Colectivo Sur Cacarica

Comisiones Obreras – CC.OO

Ecologistas en Acción

SOLdePaz Pachakuti

Unión General de Trabajadores de España – UGT

 

Filipinas

Legal Rights and Natural Resources Center-Friends of the Earth Philippines

 

Malasia

Sahabat Alam Malaysia – Friends of the Earth Malaysia.

 

Noruega

FOKUS – Forum for Women and Development (Noruega)

Grupo de Apoyo a la Paz en Colombia  -Støttegruppen for Fred i Colombia

 

País Vasco

CEAR – Euskadi País Vasco

 

República Democrática del Congo

Initiatives des Femmes en Situations Difficiles pour le Développement Intégré – IFESIDI

 

Rusia

Friends of the Siberian Forests

 

Suecia

Jordens Vänner – Amigos de la Tierra Suecia

 

Suiza

Pro Natura / Friends of the Earth Switzerland

 

INDIVIDUALES

Alba Libia

Alberto Villarreal

Angel Bosqued

Diego Machado

Jean Jores Pierre

Marcela Ballara

Miguel Ángel Suarez Vanegas – Líder Juntos con Acacias

Miguel Mazzeo

Miguel Urbán Crespo, Eurodiputado de Anticapitalistas

Paula Klachko, REDH Argentina

Pilar Gastelumendi

Rev. Tonny Algood

Rodrigo Alvargonzález Picón

Victor Baez – Secretario General Adjunto CSI

Victoria Fernanda Molina Cortés

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Solidaridad y lucha junto al Movimiento de Afectadas/os por Represas

La Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo saluda fraternalmente al Movimiento de Afectadas/os por Represas en Latinoamérica –MAR- rumbo al Día de Acción Internacional contra las represas y por la defensa de los ríos, este 14 de marzo.

Como articulación continental comprometida con la democracia, la integración regional y en lucha contra el criminal modelo de libre comercio y las empresas transnacionales, nos solidarizamos con el MAR y nos sumamos a las movilizaciones y acciones en defensa de los territorios y los derechos.

Asimismo, exigimos justicia y el fin de la impunidad de las acciones criminales de las empresas transnacionales que han atentado contra la vida de los pueblos por el afán de acumulación económica y política, y el impulso de un modelo energético que ha desembocado en tragedias, despojo, criminalización y afectación impune a la vida de nuestras comunidades y procesos.

Llamamos a todas nuestras organizaciones y a los movimientos aliados en el Continente y en otras partes del mundo a acompañar la justa lucha del MAR por la soberanía de los pueblos, y por alcanzar justicia frente a las acciones de las empresas transnacionales que han segado la vida de nuestras/os compañeras/os, criminalizado la acción legítima por la autodeterminación y destruido los medios de subsistencia de nuestros pueblos en sus territorios.

Continuaremos nuestra articulación y accionar conjunto con el MAR y los demás movimientos que hacen parte de la Jornada Continental para demostrar que la unidad en la diversidad y la articulación de nuestras luchas potencia la solidaridad internacionalista para enfrentar el sistema que ataca la vida y niega los derechos ante la pasividad de gobiernos funcionales a la acumulación voraz e infame de las transnacionales.

¡Seguimos en lucha!

Jornada Continental por la Democracia y contra el neoliberalismo – Marzo 13 de 2020

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